Supersimetria supersimetria . [De super- + simetria.] S. f. Fís. Part. 1. No espaço-tempo, teoria que implementa uma simetria entre bósons e férmions e com a qual se espera unificar as quatro interações fundamentais. De acordo com essa teoria, toda partícula elementar conhecida teria uma companheira supersimétrica (v. s-partícula) que teria as mesmas propriedades, salvo spin e massa. Férmions de spin 1/2, como léptons e quarks, têm companheiro supersimétrico de spin zero, enquanto bósons de spin 1, como o fóton, têm companheiro supersimétrico de spin 1/2. [Os companheiros supersimétricos dos férmions são nomeados antepondo-se um s ao nome do férmion, enquanto para os bósons se adiciona -ino ao nome usual.]

Sonografia

Nossa busca sempre foi antes de tudo experimentar, gravar e ir em frente. O material abaixo segue quase todo por esta linha; poucos overdubs, cortes primeiros e em vários lugares pouca qualidade também, enfim, este som já foi tocado, nunca mais será o mesmo, a essência conservada em parte outra tanto volátil... chamamos de sonografia. Um show assim como um álbum nunca será o mesmo. Todas as letras (?) podem ser encontradas no livro Phaneroscopia, na seção mídia.

Nota - A opinião musical, teórica e pessoal não é unânime entre todos os que tocaram no grupo. Ela não reflete a crença pessoal de todos e nem se mantém, muita coisa muda com o tempo, inclusive as pessoas. A relação entre fases e músicos dos álbuns segue a mesma lógica aqui proposta.

Todos os textos, imagens e sons utilizados nas capas e músicas são de propriedade exclusiva de seus autores. Caso sob sua ótica algo viole seu direito de propriedade favor entrar em contato: supersimetria@supersimetria.net

Clique na capa para ir até o álbum

To do É(c,h)c o (2009)

To do é co tinha a idéia inicial de chamar-se Delay 2. É um álbum para celebrar 15 anos de Microfonais e delays a des/serviço do povo. Congreguei, gravei, mixei, forjei,furei, cortei e entrelacei todos os tipos de delays e microfonais feitos desde antes do Supersimetria (confira o Vintage Depression Pack) e compus algumas peças, colocando letras do Phaneroscopia, quando acabei vi que era diferente.... muito longe do álbum Delay original enfim, que viva o A/O/Ca/os/so. Todo ecco não poderia portanto ser a segunda versao do album delay e assim ganhou vida; compor foi uma sensação libertadora: refazer cançoes, resgatar microfonais esquecidos, reaprender velhas técnicas e esquecer algumas tecnicasoutras para conseguir similar a situaçao original das composiçoes com pedais primitivas e dos toques de percussão e saxofone. Montei um planilha em anexo explicando a tecnica composicional de cada faixa dos microfonais aqui criados, embora a qualidade do material atual seja inegavelmente outra. Há samples antigos dos períodos de 95 a 98 onde existinadir quasem transe cons-tante, mas de onde surgiu todo o conceito. A idéia é lançar uma versão da nossa framework de composiçao eletronica usando os delays originais separados de to do Echo .Todo eco é uma compilaçao de todos os tipos de microfonais feitos até agora, indicando claramente que é hora de novas pesquisas. :) Alguém se habilita ?
To do É(c,h)c o

To do É(c,h)c o
1. To do É(c,h)c o 11:00
2. A Dry Litany 11:00
3. Un/Learn/Ing 11:00
4. Hydromechanic Premonition 11:00
5. Lucy(d) 11:00
6. Acratic Conservation of Pscyberendoparasites 11:00
7. Kwisatz Haderach Death 11:00

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Álbum + encarte (mp3 - 128 Kbps)


Formação

Rob Ranches todos instrumentos, pedais e efeitos.

Recorded 2009, Arborea Inc.



Conceito (2009)

Conceito como o nome aponta, é um álbum conceitual. Diferente dos álbuns de vários artistas que dizem-se conceituais, conceito realmente o é. Nele foram compilados os conceitos e idéias da banda ao longo deste quase 10 anos de existência que em maior ou menor grau se amalgamaram para solidificar o som do Supersimetria. Cada faixa possui em sua arquitetura uma tratativa toda especial acerca de sua criação.
Conceito

Conceito
1. Mensagem de Sirius 9:07
2. Estrada para o Vazio 3:04
3. A re-volta do Kraka 7:09
4. Mulher infiel 2:07
5. Baixismo 0:49
6. A morte de Isa 7:00
7. O ano desapostólico de Baphomet 1:08
8. Conceito 1:03
9. Essência 7:07
10. Entelodonte 0:07
11. Não tocamos Raul 9:00
12. O Gengis Khan da era moderna 4:05
13. Glória ao Bóson de Higgs 5:04
14. Todos em trevas e cozidos 0:09
15. FilhotismoPontilhismo 0:56
16. As sete cabras do Dr. Lao 0:54
17. A serviço do Povo 0:42
18. Blues screen 18:14

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Álbum + encarte (mp3 - 128 Kbps)


Formação


Concebido em 2009 em Arbória



Minuto (2009)

Este álbum foi criado com o intuito de compor a trilha sonora para um curta que estará no festival do minuto Brasil(http://www.festivaldominuto.com.br). Para quem não conhece o festival, ele propõe a criação de vídeos/peças de até 1 minuto; que são premiados. Criado em 1991, serviu de inspiração para vários festivais internacionais em diversas áreas, não só o cinema. Montamos e criamos algumas composições e variamos os temas ao longo dos ensaios. O álbum possui dois modos: 1-as trilhas compostas enquanto músicas 2-compostas como faixas de 1 minuto, cada qual com seu download separado abaixo. Você pode também usar as músicas de 1 minuto em seus curtas no festival,como trilha sonora gratuita, em seus áudios, discos, remixes, etc. ou qualquer combinação que queira em qualquer ano-mês sem custo, apenas dando crédito à trilha/banda. A segunda forma da trilha quebrada por minutos tem uma escolha aleatória de faixas, que causa um efeito diverso na escuta também, além das músicas sofrerem em algumas faixas ligeiras alterações para encaixar em um minuto.
Minuto

Minuto
1. Brumas 6:33
2. Neiades 6:45
3. Feira Livre 1:33
4. Mulher observando o filho brincar 5:45
5. Três tenores 5:33
6. Outro lado 4:18
7. Fluxos 4:19
8. Fremen Song 6:39
9. Feira de Santana 3:11
10. Ele, o centro 4:21
11. Sílfides 6:32
12. Ela, a borda 6:19
13. Divogação 3:12
14. Ângulos 5:11

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Formação

Marcelo Lemos todos os instrumentos e composições.
Helio Lacerda todos os instrumentos e composições.
Rob Ranches todos os instrumentos e composições.

Gravado em 2009 em Arbória.



Equi-Librium (2008)

Misture Maracatu, Samba, Forró, Villa Lobos, Pedaltron, microfonais e funk (original...) e você tem a dimensão deste álbum. Em 2008 a banda tornou a ser um quinteto (às vezes sexteto ou quarteto rs...) e gravou temas interessantes e improvisos ímpares. Juntamo-nos nesta época para os shows de Daminhão Experiença e acabamos produzindo estas faixas, inclusive com guitarras (que tinham sido esquecidas da banda por conta de nosso radicalismo burro). Aqui tivemos a oportunidade de usar todos os instrumentos construídos pela banda. Os músicos que tocaram conosco são gente finíssima e muito bons, você pode conferir o trabalho deles em http://www.youtube.com/watch?v=eD6pURLxe7I. Infelizmente as agendas e os caminhos não coincidiram. É uma abordagem próxima do rock progressivo, até onde possível. Algumas músicas tem um ruído branco de fundo...tardiamente descoberto, acabou ficando.
Equi-Librium

Equi-Librium
1. Taoteca 9:50
2. Ba-íon 2.0 6:28
3. As portas da percepsamba 8:38
4. Saudade 2.0 9:22
5. Deathr'all 7:03
6. Villa 7:24
7. Bai-on 7:38
8. More+catu 6:16
9. Textil 4:52

Download (59 Mb)

Álbum + encarte (mp3 - 128 Kbps)


Formação

Lula baixos, teclados, cordas,synths, pianola
Cesar Rosolen Guitarra, viola, cabacinho
Alexandre Della Nina Baterias, ERG e percussões2
Marcelo Lemos Saxofones melódicos, flautas, marimba
Rob Ranches Pedaltron, CelAço, marimbas, Sax tenor, instrumentos estranhos.
Todos Percussões adicionais

Gravado em 2008 em Arbória.



In tense grity (2008)

In tense grity apresenta algumas composições próprias e pesquisas retomadas após álbuns microfonais. Foi um disco e um período muito divertido e começamos a entender a importância de compor algumas peças e de melhorar a qualidade das gravações. Começamos a fazer um uso maior dos instrumentos construídos, eles estão presentes em boa parte deste disco; as peças foram criadas em trios, duplas, solos e diferentes formações, dá para ver aqui e ali a marca de cada um ao ouvi-las. Este álbum ensinou que uma dose de estrutura não faz mal a ninguém.
In tense grity

In tense grity
1. Benção 2:26
2. 9362 3:48
3. Passagens 6:48
4. Sentimental 5:41
5. Paisagens 4:04
6. Breve 0:11
7. Vida 3:41
8. Me and Sound 2:10
9. 322 9:13
10. Melhor 4:29
11. Sol 3:10
12. Flores em exibição... 4:21
13. DesValsa 5:43
14. Despedida 4:51

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Formação

Lula (Luiz Leite) baixos
Marcelo Lemos sax e flautas melódicas
Rob Ranches pedaltron e sax tenor podre

Gravado em Arbórea em 2008.

Todas as composições, percussões e outros instrumentos tocados pelo grupo todo.



TeZ-SIDO (2007)

Este álbum marca o retorno às pesquisas "abandonadas" em outras fases. Ele contém um conjunto de texturas com instrumentos simples ou complexos, com bases ou sem, quase um tear. Foi muito bom após um período de estagnação do - sujeito - retornar a afirmação do individuo. As composições deste disco iriam culminar em outras faixas e pesquisas posteriores que exigiriam um grau de estudo maior, pode-se dizer que TEZSIDO marca os primeiros passos de uma longa jornada/fase.
TeZ-SIDO

TeZ-SIDO
1. Algodão 3:48
2. Carimbowl 1:19
3. Linho 4:59
4. Juta 2:35
5. Jacquard 37:34
6. 9573 2:49
7. Seda 6:24
8. Cânhamo 2:38
9. 3:14

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Formação

Marcelo Lemos instrumentos e efeitos
Rob Ranches instrumentos e efeitos

Tecido em Arborea 2007.



Atravessando Paredes (2007)

O que poderia ser melhor do que ser denominado "Arquiteto do sistema"? Ora, ouvir que eu queria atravessar paredes. Claro, fui tentar. Reuni quase todos os instrumentos em Arbórea que não haviam sido utilizados no arquiteto (instrumentos difíceis ou ímpares portanto), e propus numa composição microfonal incluir bases e silêncios sombrios e cansativos (eu estava lendo muito John Cage na época). As faixas ainda sofreram limpeza 2 anos depois, o que aumentou o silêncio em meio à massa sonora. Estava lá, instrumentos construídos, bases, microfonais, improvisações, jogos e ruídos. Foi também o primeiro registro autentico do ERG em estúdio. Descobri com este disco que as únicas paredes são aquelas que ERGemos. Eu, ao menos, atravessei. E você ?
Atravessando Paredes

Atravessando Paredes
1. Paredes 63:00

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Álbum + encarte (mp3 - 128 Kbps)


Formação

Rob Ranches arranjos, regência, composição, letras, todos os instrumentos.

Gravado em 2007 em Arbória.



O Arquiteto do Sistema (2007)

Os Microfonais retornariam depois de uma longa ausência, desta vez melhorados e com mais recursos. O nome do disco diz respeito a um elogio que ganhei, onde fui acusado de ser criador e mantenedor do capitalismo (quanta competência....). Bem, diante disto, não restava senão agradecer da melhor forma.
O Arquiteto do Sistema

O Arquiteto do Sistema
1. O sistema 63:00

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Formação

Rob Ranches Todos os instrumentos e pedaltron (v 1.0)

Gravado em 2007 em Arbória.



Options for the Architecture of the Species (2007)

O material deste álbum foi criado inicialmente em 2005 mas com a parada temporária das pesquisas eletrônicas e microfonais no hiato da fase branca, ele só foi finalizado (bem pouco) em 2007. Foram usados neste álbum três estruturas básicas de música eletrônica que foram deformadas em composiçõs diferentes à medida que aplicavamos os conceitos de música eletrônica improvisada e de[s(in)]formação. Quando compilamos tudo, a essência do som já havia partido para o Éther, e a banda tornado-se o que sua vocação ontológica permitia.
Options for the Architecture of the Species

Options for the Architecture of the Species
1. Remedy 4:30
2. Options 3:46
3. Kill Bill 5:34
4. Forja 4:47
5. Fornalha 3:42
6. Logos? 5:37
7. Som[Ar]{ter[ia(l)]} 3:49
8. ElectroZion 3:19
9. Um novo tipo de Baixo 3:13
10. de[s(in)]formação 6:29
11. Orgônios 5:47
12. Os lamentos de Lacan 3:16
13. Olinda 5:16
14. Spleen 3:48

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Álbum + encarte (mp3 - 128 Kbps)


Formação

Rob Ranches Synths e softwares.

Gravado em 2007 em Arbória.



Shishogan (2006)

Um tema, um modelo, um jogo uma busca. Shishogan é um duo, influenciado pelo free jazz bateria e sax e em busca das digressões acerca de um tema, altos bpms, noise. Jogos de massas sonoras. Influência de Kozure Okami e os seis caminhos.
Shishogan

Shishogan
1.   0:56
2. Shishogan 4:15
3. Gozumezu 2:14
4. Bentenrai 2:09
5. Meifumado 2:12
6.   0:52
7. Mumonkan 3:35
8. MaTTa 2:35
9. Aniki 1:20
10.   1:17
11. Sepuku 2:14
12. Itako 2:55
13. Satori 2:05
14. Koan 3:44
15.   0:50
16. Okamidome Shu 3:21
17. Rikudo Shisho 1:25
18. Soreya 2:18
19.   1:17
20. Shihai Gashira 2:48
21. Otedama no Ken 2:01
22. Namigiri no tashi 2:39
23. Wabi 2:49
24. Saigon no Dotanba 0:12
25.   1:35
26. Hamon 1:07
27. Burei mono 1:43
28. Wu wei 2:08
29. Nezame 0:55
30. Aki no Kure 1:26
31. Hitokiri 0:04
32.   1:06
33. Mogaribue 1:24
34. Kimeita 1:24
35.   2:04
36. Nirvana 5:04

Download (63 Mb)

Álbum + encarte (mp3 - 128 Kbps)


Formação

Rob Ranches sax tenor
Mário Conte bateria

Gravado em 2006 em Arbória.- Todas as peças são de composição instantânea, salvo 36, overdubed.

Todos os diálogos podem ser encotrados na série KoZuRE OKAMI. encontre nos melhores sites de torrent



Kubikiri (2006)

Um tema, um modelo, um jogo uma busca. Kubikiri é um duo, influenciado pelo free jazz bateria e sax e em busca das digressões acerca de um tema, altos bpms, noise. Jogos de massas sonoras, sendo esta as nossas primeiras experiências com massas sonoras que culminariam em um disco posterior, Shishogan, logo ali em cima.
Kubikiri

Kubikiri
1.   1:09
2. kubikiri 4:29
3. Otameshi 1:31
4. Suemonogiri 1:24
5. Ikidameshi 1:24
6. Dokkoi 3:43
7. Onibocho 0:38
8. Uwazumi 1:57
9.   1:38
10. Goyo 1:55
11. Harakiri 2:40
12. Eroguro 3:00
13. Buriburi 3:57
14. Tengu 2:41
15. kibyo 2:42
16. Gotoku nari 2:58
17. Shibari pain 2:52
18.   0:37
19. Shuusuii 3:03
20. Sora no iro 2:59
21. Osoki hi no 1:30
22. Kumanashi 3:02
23. Bushido 2:43
24. Yamabushi 2:21
25. kinbaku 4:38
26. Ongaku 0:50
27. UA 3:06

Download (57 Mb)

Álbum + encarte (mp3 - 128 Kbps)


Formação

Rob Ranches sax tenor
Mário Conte bateria

Gravado em 2006 em Arbória.- Todas as peças são de composição instantânea.



Desumasuku (2005)

Desumasuku completa a trilogia dos "black albuns" apresentando músicas que se orientam também pela busca do minuto nas composições instantâneas e das massas sonoras, mas, com o que fugiu do modelo na época, antes mesmo da idéia dos albuns serem concebidos. De certa forma, são variaçoes do conceito com maior ou menor grau de barulheira.
Desumasuku

Desumasuku
1. Bukkorosu 4:30
2. Asshi 3:57
3. Baita 2:17
4. Shibarikubi 4:01
5. Eimen 2:39
6.   0:55
7. Kamawohoru 2:55
8. Ekibyougami 3:01
9. Hiaburi 1:49
10. Aiyoku 2:07
11. Kesshi 1:08
12. Karoushi 4:35
13.   1:49
14. Keisuru 3:28
15. Hekomasu 2:20
16. Kenshi 1:39
17. Gyokusaishugi 2:16
18. Kawatake 2:07
19. Kassatsujizai 2:41
20. Kaishi 3:11
21. Kikyuusonbou 1:37
22. Kitoku 1:57
23. Oujougiwa 2:17
24. Hinshi 2:37
25. Naburigoroshi 2:23
26.   0:36
27. Kakurin 5:01

Download (61 Mb)

Álbum + encarte (mp3 - 128 Kbps)


Formação

Rob Ranches sax tenor
Mário Conte bateria

Gravado em 2005 em Arbória.- Todas as peças são de composição instantânea.



Wasabi (2005)

A idéia deste disco foi iniciar um caminho diferente do Supersimetria e sem vínculo às suas raízes. Conforme o tempo me mostrou, não tinha sentido (ao menos para mim); entendi que o Supersimetria continha multidões. O projeto se chamaria Wasaby, o que também não foi possível porque encontramos algumas bandas com o nome (umas bem legais...). As pesquisas desta fase iniciaram amplas e depois foram estreitando-se e culminaram nos álbuns pretos e em outras pesquisas afuniladas que francamente não sei se lançaremos; quando o problema não era o meu sax, eram tantos outros. De qualquer forma, segue neste disco um modelo distinto da teoria de jogos que pode ter aplicações mil.
Wasabi

Wasabi
1. Supermercados platão 1:12
2. a swat onírica de guy debord 1:32
3. a comitiva de sun ra 4:32
4. balada para aula de filosofia 2:48
5. síntese sem sujeito 3:37
6. socrático, nietzchiano e esquizóide 4:12
7. pocket ditadura 5:15
8. que viva chavez !!! (el chavo) 2:29
9. o silencioso medo de kant 1:30
10. suspensão de ócio 4:11
11. fenomenologia do fiel, um estudo 5:22
12. indústria cultural ? 2:16
13. pan-equiderme proctologia 2:33
14. Ornitorrinco Obeso 0:39
15. não use a palavra "funciona" 2:00
16. descartes 4:55
17. sushi interlude 0:50
18. cul de sac 10:49

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Formação

Rob Ranches sax, instrumentos estranhos
Mario Conte bateria, instrumentos estranhos

Gravado em 2006 em Arbórea.



Ouroborus (2005)

Este disco marca o fim da formação iniciada em 2004 e explora exclusivamente a teoria dos jogos e seu desdobramento, com foco numa instrumentação reduzida.
Ouroborus

Ouroborus
1. Saudade 3:16
2. Penne 2:02
3. A revolução do Franz Kafé 2:55
4. Sin teses 3:28
5. Rigatoni 0:31
6. TLL (Thai lovers ladies) 0:46
7. LowHigh Order 2:19
8. Pizza 1:18
9. Tambores de Zircônio 2:20
10. Gnocci 1:07
11. 20o Reich 0:57
12. Lacy Indian 2:15
13. Caneloni 1:47
14. Galaxy Trio 1:38
15. Raviolo 2:13
16. R u b a t o 2:01
17. Di gi Tao 1:26
18. Spaguetti 2:27
19. O legado de Ataturk 2:09
20. Agnolotti 2:30
21. Balada para a Desesperança 2:23
22. Capeletti 4:14
23. Caneloni 0:31
24. Point.. s..s ..s. 3:23
25. Umbigocentria 1:07
26. Grave Idade 1:38
27. Fulcro 2:39
28. Rondelli 2:28
29. Músicas de amor vendem muito 2:18
30. Cageína 1:47
31. Ela 1:46
32. Balada para Tião Carreiro 2:12
33. Cem teses 1:19
34. Ausência 2:14
35. Fusili 1:44
36. Ouroboros 2:51

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Formação

Marcelo Lemos saxofones, flautas
Rob sax tenor, efeitos
Mário Conte bateria

Gravado em 2005 em Arbória.- Todas as peças são de composição instantânea



Jogos (2005)

Desenvolvemos neste disco a Teoria dos Jogos da banda, um estudo do método Radar da banda Rova e alguns jogos propostos por John Zorn no livro Arcana. O disco apresenta dois sets de jogos um para cada teoria. Os jogos seriam posteriormente incorporados ao modo composicional da banda.
Jogos

Jogos
1. Noir 1:21
2. CLDUO 2 1:13
3. SpiderNews 1 0:17
4. MS 1 1:41
5. The 70,s 1 0:54
6. RBT 1:30
7. Coração 0:35
8. Lamento 0:18
9. CLTrio 3 0:58
10. Strange Strings 0:20
11. FF 3,3 1:22
12. Shoes 0:13
13. TGA 1 1:37
14. Coração 0:36
15. Lamento 0:20
16. CLDuo2,2 0:17
17. FF Trio 49 0:41
18. CL Duo 3 0:36
19. FF Trio 0:35
20. Minimal Autobahn 0:48
21. CL Duo 4 1:08
22. Balbúrdia 0:25
23. Pasta & Pizza 1:18
24. Moshi Moshi 0:11
25. RBT Duo 1:09
26. CL Duo 1 0:43
27. Mujer en Bed 1 0:19
28. FF Trio 1:12
29. Alemães do Brooklyn 0:31
30. GA Trio 3 1:23
31. Minimal Road 0:32
32. GA Duo 3 1:44
33. CL Duo 3 1:25
34. Frank Square 0:33
35. CL Duo 2 1:02
36. Ten sion 0:16
37. Sound 23 1:17
38. The 70,s 2 0:49
39. GG Trio 1 1:27
40. FF Duo 3 1:33
41. Tem são 0:13
42. CL Trio 1 1:30
43. Lá-mento 0:24
44. GA Trio 5 1:33
45. Spider News 2 0:32
46. Trio Sound 69 1:25
47. Pasta & Pizza 5 1:29
48. 3 for the road 0:12
49. GA Duo 29 1:38
50. Spider News 3 0:22
51. GA Duo Sound 21 0:43
52. The 70,s again 0:45
53. GA Duo 3 1:12
54. Irish Cream 0:22
55. GA T 0:44
56. Spider News 0:17
57. RBT Duo 63 1:18
58. CLD D2 0:55
59. B e d 0:20
60. GA Duo 24 1:00
61. Lamentação 0:18
62. TGA 2 1:35
63. Spider News 0:27
64. FF T 64 1:13
65. Spider News 5 0:52
66. GA Duo K 0:59
67. GA Duo 22 1:01
68. GA 2,2 M 0:59
69. Irony 0:10
70. CL 3 T 1:00
71. Pasta 0:53
72. Procissão 0:39

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Formação

Marcelo Lemos saxofones, flautas
Rob Ranches sax tenor, instrumentos construídos, efeitos
Mário Conte bateria e percussão

Gravado em 2005 em Arbória.- Todas as peças são de composição instantânea

Percussões, cordas, synths - toda a banda



Let It Be (2004)

Disco continua a busca de uma nova sonoridade da banda, com experiências em outros campos musicais, nossa Teoria dos jogos e construção de novos instrumentos e a busca por uma sonoridade menos "crua'. Conseguimos em parte. Como sempre a idéia era registrar os primeiros cortes dos sons, poucos overdubs neste disco. Aqui começamos a desenvolver a LPP (linguagem de programação de pedais).ao fim do dsico voltamos a ser um trio.
Let It Be

Let It Be
1. Ninguémdade 4:14
2. Democracia Turca 7:24
3. Simesmolândia 6:30
4. Audire 1:04
5. RSignifiKasão 2:26
6. A Jihad do Free Jazz 8:01
7. A dor no dice nada 2:11
8. Nada é fixo 2:45
9. Supreme Café 1:11
10. Deslizando 2:37
11. Segundo a escola de Fran que Furt. 5:30
12. Aceleração 1:24
13. Simiologia 2:07
14. Supra Catira 4:31
15. Parintiniense 2:35
16. Pajés Cybernéticos 2:52
17. Tribo Cósmica 2:21
18. Dona Dadá Dona Didi 6:39

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Formação

Marcelo Lemos saxofones, flautas, cordas, teclado e percussão
Rob Ranches sax tenor, instrumentos construídos, synths,overdubs, efeitos e letras
Ronaldo bateria, percussão, teclados
Mário Conte bateria e percussão

Gravado em 2004 em Arbória.- Todas as peças são de composição instantânea, exceto 01 by Rob

Ale Bozzini toca baixo em 6, 10



O melhor dos iguais (2004)

Disco marca o início de uma nova fase para a sonoridade da banda, com a entrada de dois membros novos com experiências em outros campos musicais. As pesquisas nesta época intensificaram-se para vários campos, inclusive construção de novos instrumentos musicais e a busca por uma sonoridade menos "crua'. Conseguimos em parte, o restante foi divertido.
O melhor dos iguais

O melhor dos iguais
1. O melhor dos iguais 4:29
2. Equoes 2:21
3. Corticóides e Vazio 3:50
4. Valis 3:40
5. As-ma 3:44
6. Sob a influência de Teixeira de Manaus 1:39
7. Barrabás 4:37
8. O retorno de Spectro 2:53
9. Réplica aos jungianos acusmáticos 6:15
10. Is Spiral 4:14
11. Calado 1:58
12. Berrante movido por emoções quase a jato; (concreções quase ou mais que abstratas) 4:08
13. Dois bigo 3:02
14. História sem fim 3:12
15. Solstício 2:29
16. Pagode Russo 1:17
17. Viola minha vi ola 2:22
18. Viva Tupã 3:11

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Formação

Marcelo Lemos saxofones, flautas, cordas, teclado e percussão
Rob sax tenor, instrumentos construídos, synths,overdubs, efeitos e letras
Ronaldo bateria, percussão, teclados
Mário Conte bateria e percussão

Gravado em 2004 em Arbória.- Todas as peças são de composição instantânea



Pavê (2004)

A convergência da influência da terceira fase damiônica com meu hábito de ouvir 7 músicas simultaneamente no trabalho (às vezes 9) resultou no conceito do pavê sonoro, em que camadas sobrepostas de som conduzem o ouvinte ao caos. Cozinhando essas camadas, fomos desenvolvendo a técnica, chegando ao refinamento de criar iguarias sonoras temáticas: pavê acústico, pavê de sopros, pavê percussivo, etc. O álbum Pavê, terceiro da série, sintetiza bastante bem o estilo e mostra como, em tempos de ambientalismo, é possível reciclar o som e o ruído.
Pavê

Pavê
1. Lado Bolacha - Concerto tango do Planeta Catira 29:20
2. Lado emerC - 01. Açúcar 02. Ovo 03. Alho 04. Cana 26:58

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Formação

Rob todos os instrumentos presentes alternados.
Ronaldo todos os instrumentos presentes alternados.
Rodrigo todos os instrumentos presentes alternados.

Gravado em 2004 em Arbória.



Fiação (2004)

Fiação é uma ode à precariedade, seja do som, seja do próprio Brasil, mesmo que a foto da capa seja na Índia (é tudo BRIC mesmo). Precário, instável, insondável. O emaranhado é tanto de fios quanto de ondas sonoras, neste que é o segundo álbum da série de pavês sonoros, já com forte influência damiônica que se reflete na arquitetura peculiar das faixas e títulos. Para titular os 21 movimentos, buscamos em nosso passado recente situações e personagens que, de uma forma ou de outra (quase sempre de outra) exerceram alguma influência na banda e nos integrantes. Nem tente entender, só faz sentido para quem comungou dessa época dourada e certificada.
Fiação

Fiação
1. lado FASE

01. Jumência, Uma Nova Liderança
02. Moratória Safari Blues
03. Enkostos
04. Abajur
31:03
2. lado NEUTRO

05. Corebusiness Malaco
06. Licença Carioca
07. Romanidade - Descida Real
08. Queda Sem Ascensão
09. SPB / GPC
10. O Que Importa É O Prazer (Em Formato String)
11. Dupla Orgia Marital
12. O Judeu Erranta
13. Aquapercussion
14. Êxodo Verde Tachiônico
15. Lion Of Chácara
16. Semi Carioca
17. Fallen Hailstorm
18. Certified Golden Slavery
19. Canil
20. Ex Macumba Jesusjitsu Não Obeso +2
21. 11 Altares Árabes (Querubim Girafa)
16:37

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Formação

Ronaldo todos os instrumentos presentes alternados.
Rodrigo todos os instrumentos presentes alternados.
Rob todos os instrumentos presentes alternados.
Luis Lins todos os instrumentos presentes alternados.

Gravado em 2004 em Arbória.



Tudo Morre Ao Ser Pensado (2004)

Tudo morre ao ser pensado. Seria a morte de uma idéia? Seria que algo morre aquele que pensa no instante em que pensa? Seria o nascimento de algo o seu fim intrínseco? O fato é que depois deste albúm morreu a banda, ao menos como lembravamos dela. Renasceu como outra em álbuns posteriores e outros anos. O futuro, é um beta, rio infinito de 1s e 0s em if contínuo.......
Tudo Morre Ao Ser Pensado

Tudo Morre Ao Ser Pensado
1. Tudo Morre ao Ser pensado 8:17
2. Capoeira Superfluida 1:13
3. Felicidade 3:06
4. SpaceSambá 5:07
5. Chegada Real 7:21
6. Astroblack 10:27
7. Brasil 6:21
8. Camocidade 11:44
9. Hello Dolly 5:49

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Formação

Rob Ranches Sintetizador, sax, efeitos
Ronaldo Camacho teclados, baterias, synths
Marco Santana berimbau e coro em 02

Gravado em 2004 em Arbória.



Ou-tonus (2004)

Em 2004 começamos a pesquisar texturas e propriedades digitais do som, como framerate e efeitos via software validando balanceamento, ecos, equalizações.Estas pesquisas foram efetuadas em músicas novas ou trecho de músicas rejeitadas pelo padrão Supersimetria de qualidade. (nao pergunte, tem hora que nem eu entendo.) Outonus reflete a pesquisa destas texturas e é o último registro antes da chegada dos portugueses em 2004. Ficaria material sobrando, que usaríamos e voltariamos a pesquisar em 2007
Ou-tonus

Ou-tonus
1. Rúculas Rotativas 2:58
2. O 3º planeta de Altair 7:07
3. Esboços 0:37
4. SubMaracatu 1:11
5. Tudo que é som dissomlve-se(?) noir 1:01
6. Vetusta Acidez 4:30
7. Sinfonia de Robôs 5:28
8. Marafa 1:34
9. Signal to noise 1:50
10. Artificial Delay Rain 4:27
11. O teste de Voight Kampf 1:52
12. Orações ao caos 12:28
13. Reflexo 1:24
14. Congada Cybernética da 3ª década 4:29
15. Felicidade 1:38
16. Binary Dinosaur Code 2:00
17. Thulsa Doom 2:12
18. Outonus 1:24

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Formação

Rob Ranches syntyhs, softwares, pedais.

Gravado em 2004 em Arbória.



Corporation - A land of shiny happy people (2004)

Penultimo álbum da série expandida, Corporation comunga de nossa vida em meio às corporações. Trabalhamos com elas desde longa data e não poderíamos deixar de homenagear seus entes, seus heróis, suas glórias e sua pujança. O disco possui frases de autoajuda (imprescindível para lidar com administradores em início-meio de carreira, verdades corporativas (que só são verdades enquanto interessa), discursos prolixos, estratégias e valores agregados. O disco foi feito, claro, baseando-se numa meta, não poderia ser diferente. Há sonoridades complexas que indicavam um possível rumo para a banda que nunca foi seguido; ter sequenciadores como músicos complementares. Se algum dia você passou por alguma corporação delicie-se, a sonoridade remete aos risos e píncaros da vida empresarial. Se você não passou, tenha um vislumbre. Há um cover do R.E.M. neste álbum que retomaremos futuramente. A música-título deste álbum contém dois discursos corporativos criados e gravados com o auxilio do SGDC (Sistema Gerador de Discursos Corporativos), que pode ser apreciado e usado em suas reuniões diárias. Em breve publicaremos mais alguns modelos, mande-nos os seus. Faça download em http://www.supersimetria.net/midia/sgdc.xls
Corporation - A land of shiny happy people

Corporation - A land of shiny happy people
1. Trainee (Sofrimento Eletrônico) 9:20
2. Comprometimento 9:16
3. Projeto é um empreendimento temporário que tem o propósito de gerar um serviço ou produto ou resultado único 6:26
4. É só Sucesso!!! 7:09
5. Cargos gerenciais garantem sua evolução 6:16
6. Endomarketing positivo com foco em teamwork e alvo no stakeholder 12:34
7. Corporation, a land of shiny happy people, welcome :) 4:15
8. Valor Agregado e Sinergia 6:29
9. O canto do vencedor 11:27

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Formação

Ronaldo bateria, percussão, teclados, discurso corporativo
Rob Saxofone, pedaltron, eletrônicos, discurso corporativo

Gravado em 2004 em Arbória.



Todas as canecas estão sujas (2004)

TACES foi uma sequencia de Ionic Butterfly, o tempo livre que me sobrava eu testava os softwares para uso de música eletrônica e o limite destas interfaces, até o ruído. Quando chegava nele, eu parava. As criações deste álbum sao cinestésicas. Para os iniciados na arte, deguste da forma correta. Este álbum é repleto de bases inacabadas, repetições e percepções eletronicas dos compositores minimalistas. Deixei várias coisas em aberto de propósito até para validar o que os remixes fariam com os títulos. Use à vontade, apenas dê créditos a banda e inclua as devidas referências,
Todas as canecas estão sujas

Todas as canecas estão sujas
1. Meus muitos nomes 5:48
2. Rubish 8:50
3. Post-Bump 5:37
4. Coleoptoria 9:24
5. Loco ? 8:35
6. O intrépido ataque dos simios espaciais em colisão com as lulas de Júpiter 5:27
7. Redenção 10:18
8. PsyCyberEtnia 22. 3:39
9. Dançaria 6:07

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Formação

Rob Ranches synths, efeitos, softwares

Gravado em 2004 em Arbória.



Vida Amarga (2003)

Vida Amarga tem um pouco de tudo do fim de 2003. Velhas fórmulas, novas descobertas, muitas interrogações. Integramos de vez o Reason na banda como o mais novo músico e em duo tentamos continuar o processo criativo, que foi retomado após 6 meses de pausa momentânea. Aqui os ritmos e músicas eletrônicas procuram ser integrados as descobertas anteriores mas estávamos perdidos após 2 anos compondo sem parar e dentro de um modelo que por um lado nos engessava... sim, geralmente você foge de um modelo para ficar preso em outro. Vida Amarga também tem um tom ácido, uma vez que ele marca o fim de uma época lisérgica e inocente. Os mendigos das fotos são moradores das ruas de SP.
Vida Amarga

Vida Amarga
1. Macabeus 8:17
2. The song of the flying cetaceans 1:47
3. A segunda vinda 13:37
4. Belkira 5:24
5. Vida Amarga 1:06
6. Conurbação 10:03
7. Possessão Controlada 6:48
8. Electronic Sheng 9:47
9. Aviário Nuclear 6:59

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Formação

Ronaldo teclados, baterias, synths
Rob Sintetizador, sax, efeitos

Gravado em 2003 em Arbória.



Desmelancolia Simbólica Sólida (2003)

DEs-melancolia é um album seminal. Marca a transubstanciação da banda que vira um duo e que adota uma nova linha de som, orientada a instrumentação eletrônica espacial e como o homem ferro - eletrico atômico genial. O tom melancólico de algumas músicas deve-se a elevação espiritual atingida após um mergulho no nadir existencial. Após este disco, a banda não seria mais a mesma. Novas experimentações sonoras que culminariam em pesquisas ainda mais intensas e dispersas em outros campos que não só a instrumentação.
Desmelancolia Simbólica Sólida

Desmelancolia Simbólica Sólida
1. The Loigor 5:49
2. Filosofia - Astronomy Domine - Another Vision of a Pink Floyd Dream in a Landscape of Quantic Beavers 12:47
3. Pensar Exige Espaço 10:11
4. Louvação 3:16
5. Púbis 5:41
6. Toutes les Mers du Monde 4:27
7. Profecia de Piracicaba 5:53
8. Elegia Sol Ra 2:43
9. Impressions 3:43

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Formação

Ronaldo teclados, baterias, synths
Rob sintetizador, sax, efeitos

Gravado em 2003 em Arbória.



Ionic Butterfly (2003)

Durante nosso recesso em 2003 eu comecei uma pesquisa extensa com softwares e músicas eletrônicas. Ionic Butterfly foi o resultado de um destes encontros entre softwares e sintetizadores incluindo também música fractal, minimalismo, pedais, microfonias, música eletrônica e afins. O título inclui a idéia da Borboleta de Lorenz, demonstrando claramente porque uma nota tocada numa tarde de domingo pode curar pessoas e prover revelações.
Ionic Butterfly

Ionic Butterfly
1. Prophecy 7:15
2. Fibonacci Jazz 5:51
3. The remembrance of a good day 9:55
4. Fractao 4:53
5. Baleions 11:28
6. Ionic Butterfly 12:26
7. Absence 4:04
8. Spirits 2:13
9. Foundation 7:50

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Formação

Rob Eletrônicos, pedais, synths, softwares e afins

Gravado em 2003 em Arbória.



Botanical Messiah (2003)

Todos têm suas religiões, nós no caso temos várias (praticamente todas) mas em 2003 em particular acreditávamos que um messias verde surgiria arrebatando e ungindo todos com a verdade botânica e VERDE diretamente de uma nuvem de fumaça. Sacaram? A entidade máxima desta religião era o Pai Verde que surgiria com sua "presença" na hora em que nem mais as sementes sequer fossem poupadas e que a expansão de consciência dar-se ia em nível global. A unidade Verde encarnava as vezes e profetizava tempo vindouros gloriosos e nem tão gloriosos; também havia o conceito de trindade nesta religião representado pelo PAI (verde), o Filho (os fiéis verdes) e o espírito santo, que como todo espírito vinha acompanhado de uma nuvem e era comungado entre os fiéis. Se você notar bem as capas e os encartes verá que o Messias Botânico usa o símbolo da mandioca (sim é um pé e uma plantação de mandioca), como dissemos é botânico. No campo musical porém, a fé verde quase sempre dava frutos bizarros ,fazendo com que a repetição fosse uma constante, a criatividade pouca, o ritmo lento (quase um reggae), e a coordenação motora; símia. Definitivamente não tínhamos discernimento acerca da fé...como fãs de Daminhão, resolvemos o problema usando a técnica de colagem de discos da terceira fase damiônica (http://www.damiaoexperienca.net), e completamos o álbum recheado de influências damiônicas. Certa hora, fraquejamos na fé, aí veio o disco, graças a (_________________) escolha aqui o seu.
Botanical Messiah

Botanical Messiah
1. Lado Seiva - Pai Verde, o mundo está dividido entre 2 pessoas, os de mente desenvolvida e os de mente oprimida. Não adianta nenhuma igreja ou governo ou usuário exógeno se lamentar e reclamar porque a terra pertence à mandioca. 17:20
2. Lado Fruto - Botanical Messiah, com sua bença a banda Supersimetria gravou 33 discos com seu próprio capital porque somos filhos de jamaicano com holandês e não de americano. 31:39

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Formação

Ronaldo todos os instrumentos presentes alternados.
Rodrigo todos os instrumentos presentes alternados.
Rob todos os instrumentos presentes alternados.
Luis Lins todos os instrumentos presentes alternados.

Gravado em 2003 em Arbória.



Salve Chemosh (2003)

Salve Chemosh é um disco de louvor. Louvor ao caos sonoro, em um período em que o método foi totalmente exterminado dos ensaios e tocávamos qualquer coisa em qualquer tempo, simultaneamente e ignorando uns aos outros. A repetição atingiu o auge nessa época. Na composição final do álbum lutávamos para não naufragar em um oceano de gravações idênticas e atingimos a excelência como cirurgiões de ondas sonoras, cortando com precisão onde se fizesse necessário. Logo após este disco, nova transubstanciação marcaria o fim do trio e traria um recesso sabático. Chemosh (ou Camós) também é um velho órgão que foi resgatado de uma igreja e hoje vive - feliz - em Arbória.
Salve Chemosh

Salve Chemosh
1. Felizes para sempre 2:35
2. Eclipse 8:52
3. A obra de Salomão no Monte das Oliveiras 0:35
4. Orquestra de câmara microfonal 13:14
5. Salve Camós 4:14
5. Oblivion 0:45
7. MEDOMUDOECOOCOEMMIMEU 4:06
8. Balada para Moloch 4:40
9. Fúria 1:35
10. O triunfo do bode 1:48
11. Só Lembrança 0:45
12. Sound Wave Surgery 3:15
13. Fornalha 1:15
14. A vitória em Meggido 2:11

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Formação

Ronaldo bateria, percussão, teclados
Rodrigo baixos
Rob saxofone, pedaltron, synths
Luiz Lins MPC Rolland

Gravado em 2003 em Arbória.



Electric Tunes For Stoned Minds (2003)

Em 2003 estávamos com muitas influências em vários campos e realmente começamos a misturar tudo o que aparecia na frente, em todos os sentidos, Não havia muito uma separação clara entre a música, nossa vida pessoal, amizades, amores, profissão; enfim, tudo rodava numa instância única, vaga, sem contornos. Um belo dia alguém batia na porta trazendo um seqüenciador, já era convidado a tocar, no outro dia vinha alguém com a guitarra e era bem vindo, no outro dia aparecia alguém batendo tambor e ficava; tínhamos uma pueril idéia de montar uma irmandade sônica nos moldes Sunrísticos... Só esquecemos que não estávamos nos anos 60 e que não esbanjávamos talento ou loucura necessárias ao empreendimento, além de ainda acreditar no ser humano demasiadamente... Este álbum acredito ser o auge desta época onde tudo cabia e tudo era misturado sem segundas idéias ou intenções, tudo era recheado de uma inocência simples; depois disto fomos lentamente escorrendo pelo ralo da repetição e do desencanto, e o pior; sem nos darmos conta. O nome do álbum propõe seu clima sinestésico, que no nível 7 permite uma audição secundária. O super anagrama-palíndromo da capa é um poemagia babilônico para capturar seu amor para sempre, pelo simples fato de ler ou mostrar à pessoa em questão; aqui, só funcionou na capa.
Electric Tunes For Stoned Minds

Electric Tunes For Stoned Minds
1. space dub 5:43
2. o diabo fez microfonal 7:24
3. sincronocromáticrônico 9:02
4. chain, (the) reaction 1:55
5. sacis pererês votam na esquerda 2:59
6. suplício 8:08
7. nadir 9:00
8. supersimetria 8:50
9. tocando a coisa maligna 7:45

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Formação

Ronaldo bateria, percussão
Rob sopros, pedaltron, synths
Rodrigo baixo
Luis Lins MPC Roland

Gravado em 2003 em Arbória.



Querubim Girafa (2003)

Querubim Girafa foi uma revisão da queima das almas (presente no disco Nação.) Deu-se a idéia a partir de uma visão em 11/09/2001 que deus retornaria na forma de uma girafa, seguido por querubins também girafas e suas hostes cantando - "HOSANA". Como o fim do mundo não aconteceu, saiu o disco.
Querubim Girafa

Querubim Girafa
1. Querubim Girafa 4:46
2. (       ) 1:26
3. Despreparo 11:18
4. Fluido Elétrico 2:40
5. Fluido Magnético 11:14
6. Da arte de ouvir Coleman Hawkins 8:54
7. Bacante 1:21
8. A hora da estrela 1:38
9. Por Arbor 10:18

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Formação

Rodrigo baixos
Ronaldo synths, baterias, percussões
Rob sax, synths, efeitos e softwares

Gravado em 2003 em Arbória.



Desencanto (2003)

Desencanto não tem a menor pretensão de encantar o ouvinte, muito pelo contrário, procura deixar as coisas claras logo no título. Selecionar as faixas foi tarefa tão árdua e exaustiva quanto será ouvir o produto final. Nossas habilidades na cirurgia de ondas sonoras estavam se aperfeiçoando.
Desencanto

Desencanto
1. DeZencanto 2:27
2. Poema 11:21
3. Dinâmica 2:14
4. Nada se perde no infinito 12:44
5. Mantra 8:28
6. Sob o signo de Ra 10:03
7. Colônia 0:31
8. Colapsoria 8:37
9. Trompete só(l)-kratico 1:25

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Formação

Ronaldo bateria, percussão, teclados
Rodrigo baixos
Rob Saxofone, pedaltron, eletrônicos

Gravado em 2003 em Arbória.



MESA (2003)

Influenciada pelo Taoísmo e pela física quântica surgiu o maior Hit da banda até agora.
MESA

MESA
1. Mesa 0:09

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Formação

Ronaldo Mesa
Rob Ranches Mesa

Gravado em 2003 em Arbória.



Delay (2003)

Delay é praticamente um estilo de vida. As pesquisas com ecos e reverberação começaram ainda antes do Supersimetria nas bandas Acrata, SLUT, G.O.D. (Graphic Ominiscient Device), porém com o tempo o delay tornou-se uma forma de ver o próprio som. Quantas vezes não gravamos um som, e logo após a música feita pensamos - Como seria este som com delay? E aí a pesquisa de textura de delay sobre delay não tem fim, se repete obsessivamente, obssessivamente, obssessivamente, obsessivamente, obssessivamente, obssessivamente, obsessivamente, obssessivamente, obssessivamente, obsessivamente, obssessivamente, obssessivamente, obsessivamente, obssessivamente, obssessivamente......
Delay

Delay
1. [D-(es)2]-p(h)e(r)-ança 5:18
2. ReMiles 6:32
3. Interlúdio 2:58
4. O Filho do Carbono e do Amoníaco 6:34
5. Santo 6:05
6. Tio Holtzman 6:15
7. ReVERBORação 9:56
8. Ver te(i) vertice?
Ve
5:49
9. Mare tranquilitatis 4:43

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Formação

Rob Ranches Delays

Gravado em 2003 em Arbória.



Hoje é Sempre (2003)

Questionamento acerca do contínuo espaço tempo e por conseguinte para onde nosso som iria na época. Já com o modelo guitarless fundamentado, este álbum passou a incorporar novos construtos sonoros obtidos por meio da Antroposofogonia ou Sonicofagia, que uma vez tunelados geraram as bases para novos sons e possibilitaram novas experienças. A mixagem, infelizmente, não foi o ponto positivo da época...Quando não estouram graves são os médios, quando não estes, os agudos. Se o resultado fosse mais amplo quase viraria uma estética...
Hoje é Sempre

Hoje é Sempre
1. Micro phono Alles 12:16
2. Onde há mar é, há mar 4:09
3. TempEspaço 4:45
4. Anti-jazz 4D 1:25
5. Mandinga Quântica 7:39
6. Periplaneta americana 2:36
7. A corneta de Satã 0:18
8. Lake of Fire 1:51
9. Hoje é sempre 14:58

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Formação

Ronaldo bateria, percussão, teclados
Rodrigo baixos
Rob Saxofone, pedaltron, eletrônicos

Gravado em 2003 em Arbória.



Altar Quântico (2003)

Álbum que marca a transubstanciação do grupo para um trio e questiona a religião e a fé de uma ótica evolucionista. Aqui começaram os primeiros experimentos misturando categorias diferentes de sons que o grupo tem e a orientação da banda para uma concepção guitarless de som. Altar Quântico também adiciona de um modo perene a física no contexto das composições do grupo, tanto musicalmente como nas letras, há momento impares e divertidos. Nessa fase começamos a nos deparar com um problema: a falta de variação que gerou uma enorme massa de sons repetitivos. A dificuldade de moldar uma faixa minimamente decente (para o nosso padrão) a partir dessa matriz de dados repetidos fez com que aperfeiçoássemos uma técnica de cirurgia de ondas sonoras, executada no próprio Sound Forge. O resultado às vezes é preciso, às vezes é grotesco. E acaba sendo sempre ótimo.
Altar Quântico

Altar Quântico
1. Altar Quântico 3:19
2. El espírito de Dios 18:49
3. Se Chico Xavier arde no inferno de Javeh e Alá não teve pena de Inri Cristo porque era parente de Maria, irmã de Buda, primo irmão de Diana, cujo pai em primeira instância foi Marduk, cunhado de Cristo, irmão de Krishna, sobrinho-neto de Ganesha, inimigo de Zoroastro que conheceu Tupã quando jovem 5:27
4. Des/mÚsica 12:11
5. Guerreiro do Metal (Morte ao falso metal) 2:16
6. Faith Release Service Pack 2A 0:02
7. Blue Pill x Red Pill x Religion Pill 5:19
8. Tao 0:00
9. Requeima (A segunda morte) 8:01

Download (50 Mb)

Álbum + encarte (mp3 - 128 Kbps)


Formação

Ronaldo bateria, percussão, teclados
Rodrigo baixos
Rob Saxofone, pedaltron, eletrônicos

Gravado em 2003 em Arbória.



Nação (2003)

Nação homenageia a pujança de São Paulo de Piratininga e marca a primeira grande mudança de formação para trio. As pesquisas se orientaram naturalmente para eletrônicos e sintetizadores num primeiro momento. As criações deste disco foram quase todas desenvolvidas com a consciência expandida. Dispensamos acusações de separatismo, bairrismo, etc. Ouça o disco antes de mais nada, todas as respostas estão lá.
Nação

Nação
1. NON DVCOR DVCO 0:48
2. M.M.D.C.(A.) 5:09
3. Piratininga 4:20
4. Liberal 1842 3:00
5. 1932 3:53
6. Anhangüera 4:41
7. João Ramalho 0:27
8. Café 4:46
9. Convenção de Itu 2:50
10. Raposo Tavares 5:25
11. Fernão Dias 4:00
12. Francisco Dias Velho 3:17
13. Ibirapuera 3:15
14. Aclamação de Amador Bueno 3:08
15. Borba Gato 6:40
16. 9 de Julho 6:45
17. Guerra dos Emboabas 0:43
18. Entradas e Bandeiras 2:58
19. Brás Leme 4:01
20. Tietê 3:28
21. Anhangabaú (a queima das almas) 5:28

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Álbum + encarte (mp3 - 128 Kbps)


Formação

Rob saxofone, pedaltron, percussão, teclados, reason
Ronaldo bateria, percussão, teclados
Rodrigo baixo, guitarra, percussão

Gravado em 2003 em Arbória. Ale Bozzini faz vocal adicional em 3



Rei Sapo (2002)

Rei Sapo é o segundo disco, denso, difícil e orgânico, dendrobárico, disfórico, duodenal, delicado, dadivoso, disperso, dicotômico, digital, deveras. ....
Rei Sapo

Rei Sapo
1. Sapiência 1:03
2. Samba Saucers 9:39
3. Ba-ion 2:04
4. Batráquio 6:54
5. Beta Release 3:20
6. Ro-Danç(c)aos 3:05
7. Toro 3:23
8. Saponáceo 6:22
9. Baião Atômico 1:14
10. Pancho 2:25
11. Dendrobates 6:13
12. Sapainca 9:33
13. Swamp Song 5:16
14. Bufo Marinus 0:52

Download (55 Mb)

Álbum + encarte (mp3 - 128 Kbps)


Formação

Leandro guitarras
Ronaldo bateria, teclados, vocais
Rodrigo baixos
Rob saxofone, pedaltron, vocais

Gravado em 2002 em Arbória.

Percussão e synths - toda a banda



Kraka Tachion (2002)

Kraka Tachion é a demo da banda, gravada em 2002. Há um pouco de tudo, dado que a banda começou como um combo de improvisação coletiva com 8 membros. Ela daria o tom de nossas pesquisas e a desistência definitiva de tocar black music (nossa proposta original). Há alguns dos nossos pilares aqui como as músicas microfonais (desenvolvidas antes no projeto Acrata), músicas eletrônicas, noisecore, synthsounds, grindcore e ruídos de forma geral. Esta demo nos fez perder alguns amigos e ganhar apelidos pouco palatáveis por parte da crítica especializada, diga-se de passagem, AMIGOS nossos inclusive :) Sun Ra, Albert Ayler e Daminhão Experiença eram as únicas coisas nas vitrolas.
Kraka Tachion

Kraka Tachion
1. Fim 5:39
2. Tionismo 3:22
3. KR3 3:38
4. Matéria 9:33
5. 4:23
6. Borda 2:58
7. Unção 0:59
8. Hypercubo 5:59
9. Opus Chorume 1:25
10. Obsessão 5:25
11. Kafka Tachion 1:54
12. f(x) = x + 1 4:24
13. Simulasticidade 4:19
14. Revelação Microfonal 10:01

Download (57 Mb)

Álbum + encarte (mp3 - 128 Kbps)


Formação

Ronaldo bateria, percussão, teclados
Rodrigo baixos
Artur pianola e groaridades
Rob Saxofone, pedaltron, eletrônicos
Leandro guitarra, bateria
Outros tantos (alguns nem lembramos) tudo que está sobrando e também o que está dobrando com algum outro instrumento.

Gravado em 2002 em Arbória.


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